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Mobilização
DIA 13, TERÇA FEIRA, MOBILIZAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA
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Belo Horizonte será palco de uma grande mobilização na tarde desta terça-feira, 13 de agosto contra os atos do governo de desmanche dos direitos trabalhistas e sociais.

A CUT e demais centrais sindicais convocam os trabalhadores para a manifestação às 16 horas, na Praça da Assembleia Legislativa, no “Dia de Mobilização, Paralisações, Assembleias e Greves Contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos”.

Manifestações e mobilizações antecederam o Dia Nacional. Na terça-feira, 6 de agosto, data em que a Câmara dos Deputados analisou, em segundo turno, a proposta de reforma da Previdência, manifestantes tomaram a Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte. Eles se dirigiram para ato na Praça Sete, onde se uniram aos organizadores do Grito dos Excluídos, que estava sendo lançado no Centro da capital mineira com o tema "Este sistema não vale". O protesto foi convocado por CUT/MG, CTB, Sindifes, Fasubra, Sinpro-MG, Sind-UTE/MG, SindRede-BH, DCE-UFMG, APUBH, UNA e Fenet. Na segunda-feira (5) e na terça-feira (6), as entidades, juntamente com a Frente Brasil Popular, CSP Conlutas, CSB, Força Sindical, Intersindical e NCST panfletaram pela capital e o interior.

A decisão sobre as manifestações por todo país no Dia Nacional de Mobilização foi tomada no dia 15 de julho, em São Paulo, na reunião entre diretores das CUT’s nos Estados e dos Ramos. Os dirigentes também aprovaram um calendário de lutas. Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, ficou claro nos debates durante toda manhã que a pressão e a luta feitas até agora foram importantes para amenizar as maldades do governo de Jair Bolsonaro (PSL) contra a classe trabalhadora, mas a reforma ainda têm pontos muito cruéis e a luta precisa continuar.

 “E para fazer uma grande mobilização no dia 13 é preciso manter o ritmo de pressão nos parlamentares em suas bases, nos municípios onde eles moram e foram eleitos, nos aeroportos e no Congresso Nacional”, reforçou Sérgio. O dirigente disse, ainda, que é preciso continuar intensificando a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado contra a reforma da Previdência porque é uma ferramenta importante de diálogo com a população.

Segundo Sérgio, nas conversas com a sociedade os dirigentes e militantes não podem dizer apenas que a reforma da Previdência é ruim, tem de dar detalhes, exemplos de como as mudanças podem afetar a vida de cada um.  “Temos que falar com os trabalhadores e as trabalhadoras sobre os pontos que afetam de fato a vida do povo, entre eles, a redução do valor da pensão das viúvas”.

Depois de aprovada na Câmara Federal em dois turnos, a proposta de reforma previdenciária foi enviada para o Senado, onde passará também por duas votações, que devem acontecer em setembro.

Trabalhadores de todo o País deverão fazer pressão contra as medidas que cortam direitos previdenciários e sacrificam ainda mais a sociedade. Para isto, todos os parlamentares devem ser cobrados dos compromissos assumidos em suas bases e responsabilizados pela tragédia que se abate sobre a população, que ficará privada da aposentadoria com a edição de regras praticamente inatingíveis diante da situação de desemprego no País.

 

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