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Sem mudanças na PL e garantia de emprego, categoria deverá rejeitar proposta e engrossar a luta
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O SINDÁGUA enviou oficio ao presidente da Copasa solicitando alterações em duas cláusulas constantes da quinta proposta apresentada pela empresa, que são frontalmente contrárias aos direitos da categoria, referentes à PL e à garantia de emprego.

No documento, o SINDÁGUA, apesar de reconhecer avanços na contraproposta da empresa, ressalta que, caso não sejam modificados os itens em questão, não há possibilidade de defender a proposta da empresa junto aos trabalhadores.

A proposta representa uma ameaça ao emprego dos trabalhadores da Copasa, que poderiam ser demitidos em várias situações, como o fim de concessão, encerramento de atividades, terceirização e privatização da empresa.

Em relação à cláusula de garantia de emprego, é necessário incluir que “a Copasa se compromete a somente proceder as demissões nos casos previstos na legislação atual, excetuando os casos de planos de demissões voluntários, com anuências das entidades sindicais”.

Quanto à distribuição da participação nos lucros e resultados, deve ser mantida apenas a proposta de pagamento da PL em 2020, relativa a 2019, na proporção de 80% linear para todos os trabalhadores que não possuem cargos de gerentes e 20% proporcional aos salários para cargos de gerentes, superintendentes, diretores e assessores.

Como o Acordo Coletivo é de um ano (2019/2020), e não de dois anos, não aceitamos a alteração antecipada dos percentuais das PLs a serem pagas a partir de 2021, com a distribuição linear sendo reduzida para 75% e a proporcional passando para 25%.

Outra mudança necessária é que o abono referente à PL 2019, que será paga em 2020, passe de R$ 300,00 para R$ 600,00, a ser pago dois dias após assinatura do acordo. Nas demais cláusulas constantes das propostas não haveria alterações.

O Sindicato considera as alterações nas duas cláusulas indispensáveis para atender aos interesses da categoria, mantendo o diálogo aberto, a confiança e harmonia entre as partes, como a melhor ferramenta para a confiança e valorização dos trabalhadores.

Esperamos que a empresa tenha a sensibilidade em fazer as necessárias mudanças, que não apenas podem compatibilizar os interesses das duas partes e ofereceriam tranquilidade para uma eventual aprovação dos trabalhadores.

O Sindicato vai realizar uma assembleia centralizada no dia 11 de dezembro, quando a categoria poderá rejeitar a proposta patronal e aprovar um indicativo de paralisação das atividades, caso a empresa não retome o diálogo.

          

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