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Negociações ACT
SALÁRIOS REPRESADOS ENFRENTAM INFLAÇÃO EM ALTA E DIFICULDADE COM O CORONAVIRUS
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Na última semana, em reunião com a Copasa, o Sindicato assinou um Acordo Coletivo de Trabalho Extraordinário, para contemplar medidas de enfrentamento a uma situação grave de saúde, de modo a proteger os trabalhadores e a comunidade de contaminação pelo Covid-19.

A empresa e o Sindicato chegaram ao entendimento e, autorizados pelos trabalhadores, chegamos ao importante “ACT Extra”.

Na mesma reunião, o presidente do Sindicato, Eduardo Pereira, lembrou a grave situação vivida pelos trabalhadores, com os salários represados há exatos 23 meses. Nosso último reajuste foi em maio de 2018, quando os salários evoluíram 1,69%, que foi o INPC acumulado em um ano.

De lá pra cá, a inflação vem comendo gradativamente os salários. Não tivemos ainda o reajuste de maio do ano passado, quando o INPC acumulava uma perda de 5,07%. Considerando o INPC até fevereiro de 2020 (último mês divulgado pelo IBGE), desde nosso último reajuste já temos um INPC de 7,71%, acumulado em 22 meses. Neste fim de semana deveremos ter a divulgação do INPC de março e, aí, constataremos a gravidade do represamento dos salários, pois, com a pandemia do coronavirus, os preços de produtos essenciais estão explodindo no comércio.

Ao mesmo tempo em que cobramos da empresa o pagamento da PL neste mês de abril, alertamos para a sensibilidade social da direção da Copasa em repassar o reajuste salarial necessário, pois vamos comprometendo seriamente o padrão de vida de nossas famílias, sendo sufocados com a elevação de preços, inclusive do plano de saúde Copass, escolas e demais compromissos.

Não podemos continuar com os salários perdendo quase 10% de seu poder de compra. Os trabalhadores ficam penalizados financeiramente, para enfrentar os gastos no combate ao coronavirus.

Solicitamos ao presidente da Copasa, Carlos Eduardo, que a empresa resolva este grave problema financeiro dos trabalhadores e possamos continuar a discussão das demais cláusulas do Acordo Coletivo, que espera evolução do dissídio. Carlos Eduardo se comprometeu em chamar o Sindicato para reunião que trate destes assuntos emergenciais.

          

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