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Movimento Sindical
OCUPAÇÃO DA COPASA E DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA É RETRATO DA CRISE SOCIAL
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A sede da Copasa, no Bairro Santo Antônio e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais foram ocupadas neste dia 19 de agosto por manifestantes do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB).

Na Copasa, o movimento luta pela extensão de água em áreas ocupadas em bairros e vilas de Belo Horizonte que não são regularizados pela política de urbanização da capital. Justamente num momento grave como a pandemia de Covid-19, em que se exige higienização, as famílias lutam pela água em locais totalmente desprovidos de estrutura, seja por omissão do município ou do Estado.

Este é um dos pontos centrais que dificultam a ação da Copasa, sempre enfrentando a falta de políticas públicas e de ocupação e uso do solo, que aumentam a demanda e ampliação dos sistemas de saneamento.

Demonstra claramente o discurso falso de quem aponta volumes altos de perda de água e acusações de ineficiência, justificando a “privatização” da empresa como a solução. A falta de política urbana, de moradias, bairros e vilas estruturados é o fator determinante que dificulta o atendimento e torna mais longínquo atingir a universalização do saneamento.

Apoiamos a luta social por moradia, por condições de vida decente, com a plena concessão de serviços essenciais que são obrigação e responsabilidade do Estado, dos municípios e da União.

Ao contrário dos pregadores do entreguismo da Copasa ao capital privado, a empresa tem hoje seus reservatórios na quase plena capacidade, apesar de longo tempo de estiagem, comprovando o acerto na gestão da empresa para assegurar água potável e saneamento de qualidade ao povo.

Assistimos a um movimento legítimo ocasionado pelo abandono social e temos na Copasa a certeza de um patrimônio público para atender serviços essenciais para a vida.

          

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